sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Máquina do tempo

E ás vezes eu me pego pensando no amanha, no século seguinte, em dois mil e vinte.
E em como eu vou estar, e se um dia por acaso irei te encontrar.
E percebo ter uma máquina do tempo na cabeça, aonde viajo e prevejo um futuro friamente calculado, conto até os meus passos, e mesmo sabendo que este rumo pode ser diferente, eu finjo me esquecer, e me apaixono de novo e novamente.

1 comentários:

Anônimo disse...

Muito bonito!Gostei deste imensamente, Lilian.

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