Não sei se é o comum virando bizarro, ou o incomum sendo aceitado.
Talvez a forma com que empurram em nossas gargantas o que acham, ou como tiram de nossos cérebros a verdade em que fomos criados.
O que me incomoda não é a minha realidade, é a minha vulnerabilidade.
É o meu eu sensato se tornando uma simples passagem de argumentos que nunca deveriam ser usados.
Eu sou a cara, o produto, aquilo que julgam ser injusto, Eu me tornei o errado, o julgado.
A questão não é a religião, e sim estes pensamentos que em minha cabeça por algum motivo ainda desconhecido estão.
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
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