Eu pareço doente, como aquelas pessoas de hospital que estão com seus últimos dias de vida mais não sabem que vão morrer.
É como se os aparelhos que me mantém viva, estivessem ligados a você.
O dia lá fora amanhece e anoitece, as horas passam e repassam, e eu não me sinto confortável; Também como poderia, deitada em uma mesa de cirurgia, esperando algum doador passivo, que traga mim um coração ou um rim, que seja compatível.
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
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