Eu tenho um dom que vive guardado, escondido, separado.
Este dom me faz ser única, me faz fazer coisas absurdas.
É um dom especial, como ele não existe igual.
Eu o evito quase sempre, eu o menosprezo, eu o subestimo.
Eu o confronto, com ele eu grito, luto e o afasto.
Mas as vezes ele fala mais alto, este dom do ceder, este dom de dar o braço a torcer.
Reconhecer a mim e aos outros.
domingo, 1 de julho de 2012
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